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Os passeios dos 3 dias em Lençóis custam R$ 1.370 para o casal, sem contar a pousada. O guia e o transporte levam R$ 910 dessa conta, e a comida e a taxa da cachoeira somam R$ 460.
Guia do Vale do Pati, R$ 450. O guia credenciado cobra a diária pelo grupo inteiro, até seis pessoas. O casal sozinho paga o valor inteiro. Com mais quatro viajantes na mesma saída, o preço continua igual e se divide entre todos.
A trilha desce do Mirante do Pati, por cima do vale, até as casas dos moradores lá embaixo. O caminho tem bifurcações sem placa, rio para atravessar e pouca rede de celular, e as agências da cidade só montam a saída com guia junto.
Jipe até o Guiné, R$ 300. A entrada do Pati pelo norte fica no povoado do Guiné, a perto de 70 quilômetros de estrada de terra de Lençóis. O jipe leva o casal de madrugada, espera a volta da caminhada e cobra pelo carro, ida e volta.
As agências da Rua das Pedras juntam desconhecidos na mesma saída. Quem pede lugar num grupo aberto dois dias antes divide o guia e o jipe; quem decide na véspera costuma sair sozinho e pagar o carro cheio.
Transfer ao Vale do Capão, R$ 160. A trilha da Cachoeira da Fumaça pelo alto começa no Capão, a vila do outro lado da serra. A van coletiva sai de Lençóis cedo e retorna às 17h, a perto de R$ 80 por pessoa.
Taxa da Fumaça, R$ 40. Na entrada da trilha, a associação de moradores do Capão cobra perto de R$ 20 por pessoa. O valor paga a brigada de incêndio e a manutenção do caminho de 6 quilômetros, ida e volta.
No alto, o visitante deita de bruços na beira da pedra e olha para baixo. A queda passa de 300 metros, e o vento sobe pelo cânion com tanta força que a água vira névoa antes de chegar ao poço.
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Em Lençóis, o casal sozinho paga o guia do Pati inteiro, e o grupo aberto da agência corta a conta pela metade.
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O prato da Rua das Pedras
Comida, R$ 420. Três almoços de trilha, dois jantares e os lanches somam perto de R$ 140 por dia para os dois. O almoço do Pati sai na casa de um morador do vale, com arroz, feijão, abóbora e frango caipira, e entra no pacote do guia.
À noite, a Rua das Pedras abre as mesas na calçada. O prato da casa é o godó de banana verde (cozido de banana ainda dura com carne de sol), herança da cozinha dos garimpeiros, servido em panela de barro.
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