A resposta de ontem De onde vem o nome Aracaju? O nome vem do tupi e costuma ser traduzido como cajueiro dos papagaios: ará, a arara ou o papagaio, e acaiú, o caju. O povoado de Santo Antônio do Aracaju, na barra do Rio Sergipe, já levava o nome dos cajueiros cheios de aves quando Inácio Joaquim Barbosa transferiu a capital para lá em 1855. |
Três dias em Macapá custam R$ 4.166 para um casal, com voo e hotel no centro. A passagem aérea leva R$ 2.800, e o resto da viagem soma R$ 1.366.
Voo, R$ 2.800. Na consulta, o trecho de ida e volta entre Guarulhos e Macapá ficou perto de R$ 1.400 por pessoa, com conexão em Brasília ou em Belém. Poucas companhias voam para a cidade, e a tarifa sobe rápido quando os assentos baratos acabam.
A compra antecipada pesa mais aqui do que em qualquer outra linha do roteiro. Uma diferença de R$ 300 por bilhete, comum entre a tarifa de um mês antes e a da última semana, paga uma noite inteira de hotel para o casal.
Aeroporto, R$ 40. O Aeroporto Internacional de Macapá fica dentro da malha urbana. A corrida de aplicativo até um hotel do centro custa perto de R$ 20, e a volta, no último dia, repete o valor.
Marco Zero, R$ 36. O monumento fica na Rodovia Juscelino Kubitschek, a perto de 6 quilômetros do centro, e a entrada é gratuita. A corrida custa perto de R$ 18 por trecho.
O Marco Zero é um obelisco de concreto vazado com um círculo no alto. Nos equinócios de março e de setembro, o sol do meio-dia passa pela abertura e joga a luz bem em cima da linha pintada no chão.
Do outro lado da rodovia fica o Estádio Milton Corrêa, o Zerão. A linha do meio-campo coincide com o Equador, e cada time defende o gol de um hemisfério.
Fortaleza, R$ 0. A Fortaleza de São José de Macapá abre ao público com entrada gratuita. As muralhas formam um quadrado com quatro baluartes (as pontas em forma de flecha nos cantos, feitas para os canhões cruzarem fogo), e do baluarte voltado para o rio se vê o Amazonas de ponta a ponta.
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Em Macapá, o ingresso mais caro do roteiro é o avião; o Marco Zero e a fortaleza abrem de graça.
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O almoço do mercado
Mercado Central, R$ 120. O Mercado Central de Macapá, aberto em 1953, fica a duas quadras da fortaleza. O almoço do casal sai com filhote frito (peixe grande de rio, de carne branca e firme), arroz, farinha d'água e açaí batido sem açúcar.
No Norte, o açaí chega à mesa grosso, frio e sem xarope, para comer com farinha e peixe. Quem pede a versão doce, com granola e leite condensado, ganha um olhar curioso do balcão.
Curiaú, R$ 50. O Quilombo do Curiaú fica a 8 quilômetros do centro, pela rodovia que segue para o norte. A corrida custa perto de R$ 25 por trecho, e ida e volta somam R$ 50.
Outras refeições, R$ 480. Dois almoços, três jantares e o tacacá do fim da tarde (caldo quente de tucupi, o sumo amarelo da mandioca, servido com camarão seco) ficam nesse valor. O café da manhã vem com a diária.
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