A resposta de ontem Quem desenhou a Fortaleza de São José de Macapá? O desenho é do engenheiro militar italiano Henrique Antônio Galúcio, contratado pela Coroa portuguesa, que lançou a pedra fundamental em 1764. Galúcio não viu o forte pronto: a fortaleza só foi inaugurada em 19 de março de 1782, dia de São José, com a obra tocada por outros engenheiros. |
Um domingo em Aparecida custa R$ 535 para um casal de carro, saindo de São Paulo e voltando à noite. A estrada leva R$ 285 dessa conta, e o santuário, o almoço e o bondinho somam R$ 250.
Combustível, R$ 195. Ida e volta dão perto de 340 quilômetros. Um carro popular faz perto de 11 quilômetros por litro na Dutra, e os 31 litros, a R$ 6,30 o litro da gasolina na bomba em outubro, fecham em R$ 195.
Pedágio, R$ 90. As praças do trecho paulista da Dutra cobram nos dois sentidos. O carro de passeio paga perto de R$ 45 na ida e outros R$ 45 na volta, pela tabela de outubro da concessionária, e a moto paga a metade.
Quem soma só a ida no planejamento descobre a outra metade em Jacareí, já cansado, com o sol baixando e a fila da cabine manual crescendo na frente do para-brisa.
Estacionamento, R$ 40. O Santuário Nacional mantém um pátio próprio, com milhares de vagas ao lado da basílica, cobrado por período. O carro entra pela portaria da avenida e para a uma caminhada curta da porta principal.
Os estacionamentos particulares das ruas em volta anunciam preço menor na placa. O desconto cobra a subida da ladeira a pé e a travessia da avenida no meio dos ônibus de romaria.
Bondinho, R$ 70. O teleférico do Morro do Cruzeiro sai da área da Basílica Velha e sobe o morro em cabines pequenas, com o Vale do Paraíba inteiro embaixo. O bilhete de ida e volta custa perto de R$ 35 por pessoa.
No alto ficam o cruzeiro, um mirante e as estações da Via Sacra (os 14 quadros da paixão de Cristo, do julgamento ao sepultamento). Muitos romeiros descem a pé pela trilha calçada, parando em cada quadro.
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Em Aparecida, o santuário abre de graça, e o tanque e o pedágio levam mais da metade do domingo.
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O almoço ao lado da basílica
Almoço, R$ 110. O Centro de Apoio ao Romeiro, prédio grande de lojas e praça de alimentação colado ao santuário, serve prato feito, frango assado e pastel. O almoço do casal, com refrigerante, fica nesse valor.
Fora do complexo, as ruas do centro antigo, abaixo da Basílica Velha, juntam restaurantes de comida caipira. O prato de domingo é o virado à paulista (feijão engrossado com farinha, couve refogada, torresmo, ovo frito e bisteca), servido no prato fundo.
Lanche da tarde, R$ 30. O pé de moleque e a cocada das barracas do caminho entram como sobremesa, na volta ao carro, junto com a garrafa de água gelada para a estrada.
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